Qual é a diferença entre custo; despesa; investimento e proveito?
Custo refere-se ao valor gasto na aquisição de recursos, despesas são os gastos operacionais, perda é a diminuição do valor dos ativos, …
O que é contabilidade de custos ou industrial? – Saiba tudo
A contabilidade de custos, também conhecida como contabilidade industrial, é um ramo da contabilidade que se dedica ao registo, análise e controle dos custos ligados à produção de bens ou prestação de serviços em uma empresa. Seu principal objetivo é fornecer informações precisas e relevantes para a tomada de decisões gerenciais, auxiliando no planejamento, controle e avaliação do desempenho económico-financeiro da organização. O que é contabilidade de custos? PUBLICIDADE ▰ O que é contabilidade de custos? A Contabilidade de custos é definida como uma ramificação da contabilidade geral que se dedica ao estudo racional dos gastos feitos para se conseguir um bem. É um sistema de contas que mostra os elementos de custos que incidem na produção, (Costa, 2018). A contabilidade de custos é uma ramificação da contabilidade geral voltada ao estudo racional dos gastos feitos para se conseguir um bem. ➦A contabilidade de custos desempenha um papel fundamental na gestão financeira e na tomada de decisões estratégicas pois é responsável por identificar, mensurar, registar e analisar os custos relacionados à produção de bens ou prestação de serviços em uma organização. O objetivo principal da contabilidade de custos é fornecer informações precisas e relevantes acerca os custos da produção, para que os gestores tomem decisões mais informadas e eficientes. ➦ A contabilidade de custos ajuda a empresa a controlar seus custos, avaliar a rentabilidade dos produtos ou serviços oferecidos e identificar oportunidades de redução de despesas. Um sistema de contabilidade de custos adequado permite que a empresa acompanhe os custos diretos e indiretos associados à produção. Os custos diretos são aqueles facilmente atribuídos a um produto específico, como matéria-prima e mão-de-obra direta. Já os custos indiretos são mais difíceis de serem atribuídos diretamente a um produto e incluem despesas gerais da fábrica, como aluguel, energia elétrica e depreciação de equipamentos. PUBLICIDADE ▰ Quais são as divisões da Contabilidade de Custos? A contabilidade de custos pode ser dividida em duas categorias principais: Contabilidade de Custos de Serviços e Contabilidade de Custos Industriais. ➽ O que é Contabilidade de Custos de Serviços? A Contabilidade de Custos de Serviços está relacionada aos gastos ocorridos na prestação de serviços. Nesse tipo de contabilidade, são registados e analisados os custos diretos e indiretos associados à produção e entrega dos serviços. Os custos diretos incluem aqueles que podem ser diretamente atribuídos a um serviço específico, como salários dos funcionários envolvidos no serviço, materiais utilizados e despesas com transporte. Já os custos indiretos são aqueles que não podem ser facilmente atribuídos a um serviço específico, como aluguel do espaço utilizado para a prestação do serviço, energia elétrica e outros custos administrativos. ➽ O que é Contabilidade de Custos Industriais? A Contabilidade de Custos Industriais, por sua vez, está relacionada aos gastos ocorridos na produção de produtos. Nesse tipo de contabilidade, são registados e analisados os custos diretos e indiretos associados à fabricação dos produtos. Os custos diretos incluem aqueles que podem ser diretamente atribuídos a um produto específico, como matéria-prima utilizada, mão-de-obra direta e embalagens. E os custos indiretos são os que não podem ser facilmente atribuídos a um produto específico, como custos com manutenção da fábrica, depreciação de máquinas e equipamentos e despesas administrativas. PUBLICIDADE ▰ Qual a diferença entre contabilidade industrial e comercial? A contabilidade de custos e a contabilidade comercial são duas áreas distintas da contabilidade que têm objetivos e focos diferentes. Embora ambas sejam importantes para o gerenciamento financeiro de uma empresa, elas abordam aspetos diferentes do negócio. A contabilidade de custos é uma área da contabilidade que se concentra na análise e controle dos custos relacionados à produção de bens ou serviços. Seu principal objetivo é fornecer informações precisas sobre os custos envolvidos na produção, distribuição e venda de produtos ou serviços. A contabilidade de custos ajuda as empresas a tomar decisões estratégicas relacionadas ao preço de venda, controle de estoque, análise de rentabilidade e tomada de decisões sobre a alocação de recursos. Por outro lado, a contabilidade comercial é uma área da contabilidade que se concentra nas transações comerciais diárias de uma empresa. Ela regista todas as transações relacionadas às vendas, compras, receitas e despesas da empresa. A contabilidade comercial fornece informações sobre o desempenho financeiro geral da empresa, incluindo lucros, fluxo de caixa e posição financeira. Ela também é responsável por preparar demonstrações financeiras como o balanço patrimonial, a demonstração do resultado do exercício e o fluxo de caixa. PUBLICIDADE 7 dicas de Como atuar na contabilidade de custos? Para atuar na contabilidade industrial, é necessário seguir um passo a passo que envolve conhecimentos específicos da área contábil e industrial. Abaixo, segue um guia passo a passo para atuar na contabilidade industrial: 1. Obtenha formação acadêmica Para atuar na contabilidade industrial, é importante ter uma formação acadêmica na área contábil. É recomendado cursar uma graduação em Ciências Contábeis ou áreas relacionadas. Durante o curso, é fundamental adquirir conhecimentos sobre contabilidade geral, custos industriais, controle de estoques, análise financeira e tributação. 2. Adquira experiência prática Além da formação acadêmica, é essencial adquirir experiência prática na área contábil. Busque oportunidades de estágio ou emprego em empresas do setor industrial, onde você possa vivenciar as rotinas e desafios da contabilidade industrial. A experiência prática permitirá que você desenvolva habilidades específicas e compreenda melhor as particularidades desse ramo da contabilidade. 3. Conheça a legislação aplicável A contabilidade industrial está sujeita a diversas normas e regulamentações específicas. É fundamental conhecer a legislação aplicável ao setor industrial, como as normas internacionais de contabilidade (IFRS) e as normas fiscais relacionadas à indústria. Fique atualizado sobre possíveis mudanças nas leis e regulamentos para garantir o cumprimento das obrigações contábeis e fiscais. 4. Entenda os processos industriais Para atuar na contabilidade industrial, é importante compreender os processos produtivos e as operações específicas do setor industrial. Familiarize-se com os conceitos de produção, custos de produção, controle de estoques, depreciação de ativos e outros aspetos relacionados à atividade industrial. Isso permitirá que você registe corretamente as transações financeiras e patrimoniais da empresa. 5. Utilize sistemas de gestão integrada A contabilidade industrial pode se beneficiar do uso de sistemas de gestão integrada, como o ERP (Enterprise Resource Planning). Esses sistemas permitem a integração dos processos contábeis com
FASES DE EXECUÇÃO DA RECEITA E DESPESA PÚBLICAS
FASES DE EXECUÇÃO DA RECEITA E DESPESA PÚBLICAS Trabalho feito por: Orlando dos Santos Júlio Cumbe. Curso de Mestrado em Contabilidade e Auditoria UnISCED – 2023 osjcumbe@gmail.com Tópicos deste artigo: I. Introdução.. 1 1.1. Problematização e Justificativa. 2 1.2. Objetivos. 3 1.3. Metodologia. 3 II. Referencial Teórico.. 4 2.1. Conceito de Receita Pública. 4 2.1.1. Classificação das Receitas públicas: 4 2.2. Conceito de Despesa Pública. 5 2.2.1. Classificação das despesas públicas. 5 2.3. Fases de execução da receita pública. 5 2.3.1. Previsão.. 6 2.3.2. Lançamento.. 6 2.3.3. Liquidação.. 6 2.3.4. Cobrança. 7 2.3.5. Recolha. 7 2.4. Fases de execução da despesa pública. 7 2.4.1. Fixação.. 8 2.4.2. Cabimento.. 8 2.4.3. Liquidação.. 9 2.4.4. Pagamento.. 9 III. CONCLUSÃO.. 9 IV. Referências. 12 I. Introdução A gestão das receitas e despesas públicas é um processo multifacetado que abrange várias fases. Em termos de receita, existem cinco fases críticas: previsão, lançamento, liquidação, cobrança e recolha. Com relação às despesas, são quatro: fixação, cabimento, liquidação e pagamento. Essas etapas são fundamentais para garantir transparência e eficácia na administração dos recursos públicos. Para DUARTE (2018), a execução da receita e despesa públicas é um procedimento que compreende diversas etapas e protocolos que devem ser executados com meticulosidade e transparência para garantir a ótima gestão dos recursos públicos. O objetivo deste ensaio é oferecer uma compreensão abrangente das fases de execução das receitas e despesas pública, definindo os conceitos de receita e despesa públicas, delineando as fases do processo de execução e explicando a importância da observância dessas fases. PUBLICIDADE 1.1.Problematização e Justificativa Em vários países, incluindo Moçambique, persiste a repetição do incumprimento das fases de execução das receitas e despesas públicas. Esse problema pode ser visto em vários níveis de governo, do central ao local, e tem consequências notáveis na qualidade dos serviços públicos oferecidos à população. De acordo com o RELATÓRIO DA CIP (2020), a execução do orçamento público em Moçambique tem sido caracterizada por um conjunto de irregularidades, entre as quais a falta de transparência na afetação de recursos, a não implementação das iniciativas propostas e o aumento de dívida pública. FERREIRA (2018) observa que, esta não observância resulta alocação os recursos públicos de forma ineficiente, comprometendo a capacidade de atender às necessidades do público. Em um relatório divulgado pelo FMI 2019, destacou-se a necessidade de melhorar a transparência na gestão das finanças públicas no país, especialmente no que diz respeito à gestão da dívida pública. Assim levanta-se a questão central desta pesquisa: Quais são as fases do processo de execução da receita e despesa públicas em Moçambique e como podem contribuir para melhor gestão de recursos públicos? Esta pesquisa visa estimular órgãos gestores de recursos públicos e qualquer empresa a observar e seguir corretamente as fases de execução das receitas e despesas de modo a garantir total transparência, justificando assim seu significado social. A justificativa por trás desta pesquisa é, também, de natureza científica e pessoal. Por um lado, dá aos pesquisadores a oportunidade de obter uma compreensão mais aprofundada da matéria em questão, abrindo caminho para possíveis investigações futuras e, por outro lado, o sonho e ambição pessoal do pesquisador em ser um gestor público impulsionam a necessidade de ter uma compreensão aprofundada da área. PUBLICIDADE 1.2.Objetivos 1.2.1. Objetivo geral ü Compreender as fases de execução da receita e despesa públicas. 1.2.2. Objetivos Específicos ü Definir os conceitos de receita e despesa publicas públicas. ü Descrever as fases do processo de execução da receita e despesa publicas públicas. ü Explicar a importância da observância das fases do processo de execução da receita e despesa publicas públicas. PUBLICIDADE 1.3.Metodologia A metodologia utilizada para este ensaio envolve o uso de métodos de pesquisa bibliográfica e documental. Visando obter dados significativos sobre as fases de execução da receita e despesa públicas, será realizado por meio de uma extensa revisão de artigos científicos, livros, revistas e periódicos especializados. O conhecimento complementar será adquirido por meio de pesquisas on-line na internet e será estruturado em referenciais teóricos de forma a oferecer uma visão abrangente sobre o tema em questão. O objetivo deste estudo é aprimorar e elucidar conceitos sobre o assunto, tornando-o uma investigação exploratória. Para atingir esse objetivo, várias facetas associadas ao tema serão examinadas e diversos pontos de vista de estudiosos serão examinados. A metodologia de pesquisa é qualitativa, uma vez que envolve a exploração e interpretação de referenciais teóricos. II. Referencial Teórico PUBLICIDADE 2.1. Conceito de Receita Pública Todos os recursos arrecadados por um ente público durante um período financeiro específico, que são utilizados para cobrir despesas públicas, são referidos como receitas. De acordo com o ARTIGO 26.º DA LEI N.º 14/2020, as receitas públicas compreendem todos e quaisquer recursos monetários ou não monetários, independentemente da sua origem ou natureza, que sejam disponibilizados ao Estado, com exceção dos casos em qual o Estado serve como um repositório transitório. Nenhuma receita pode ser apurada, inscrita no Plano Económico e Social (PES) ou no Orçamento do Estado (OE), ou cobrada sem expressa autorização legal. Quaisquer somas de receita registradas no PES e OE servem como os limites mínimos que devem ser cobrados no exercício fiscal correspondente. 2.1.1. Classificação das Receitas públicas: As receitas públicas são categorizadas em patrimoniais, que são provenientes do patrimônio do Estado; creditícias, que regem a utilização do crédito pelo Estado e o limite máximo para contratação de empréstimos; e tributárias, que compreendem a receita de tributos. Ordinárias, as que o Estado cobra num ano e voltará a cobrar nos anos seguintes; e Extraordinárias, as que tendo sido cobradas num ano, mas não voltarão a ser cobradas nos anos seguintes. Correntes, as que provêm do rendimento do próprio período; e de Capital, as que resultam de empréstimos. PUBLICIDADE 2.2. Conceito de Despesa Pública Conforme definição de KOHAMA (1991), despesas públicas referem-se aos recursos alocados na lei orçamentária ou em leis específicas com a finalidade de realizar serviços públicos ou reembolsar valores recebidos em garantias ou depósitos. A LEI N.º 14/2020 NO SEU 27º ARTIGO,
O PAPEL DOS CONTRATOS DE OPÇÕES COMO INSTRUMENTO DE COBERTURA DE RISCO
O PAPEL DOS INSTRUMENTOS FINANCEIROS (CONTRATOS DE OPÇÕES) COMO INSTRUMENTO DE COBERTURA DE RISCO Trabalho feito por: Orlando dos Santos Júlio Cumbe. Curso de Mestrado em Contabilidade e Auditoria UnISCED – 2023 osjcumbe@gmail.com Tópicos deste artigo: I. Introdução.. 4 1.1. Problema e Justificativa. 4 1.2. Objetivos. 5 1.3. Metodologia. 6 II. Referencial Teórico.. 6 2.1. Instrumentos financeiros – conceituação.. 6 2.2. Contrato de Opções. 7 2.3. Vantagens do uso dos contratos de opções como instrumento de cobertura de risco 7 2.4. Funcionamento do contrato de opção como instrumento de cobertura de risco. 8 2.5. Papel dos contratos de opções como instrumento de cobertura de risco III. conclusão.. 12 IV. Referências. 14 I. Introdução O foco principal deste estudo são os Instrumentos Financeiros, especificamente os Contratos de Opções, como meio eficaz de mitigação de risco. O mercado de negociação de derivativos é um fórum de investimento, financiamento e proteção dos agentes envolvidos, utilizando instrumentos financeiros como contratos futuros, contratos a termo, contratos de swap e contratos de opções. Segundo MENDONÇA (2005), o formador de mercado, o especulador e o arbitrador participam do mercado de derivativos, atuando em conjunto para obter lucros, obter recursos para investimentos e proteger-se das flutuações monetárias das commodities. Um argumento popular para a implementação de um hedge é a redução da volatilidade nos resultados da empresa. Esse maior nível de certeza sobre o futuro tem um impacto positivo significativo nas decisões de investimento de indivíduos avessos ao risco. O objetivo desta pesquisa é compreender a utilização de instrumentos financeiros, em especial contratos de opções, como forma de mitigação de risco por empresas em diferentes mercados de derivativos. Isso envolve uma compreensão dos conceitos teóricos relacionados às opções financeiras, sua funcionalidade e sua aplicação na gestão de riscos financeiros. Além disso, serão fornecidas instâncias de situações práticas que exigem o uso de opções para proteção contra flutuações de preços em ativos subjacentes. PUBLICIDADE 1.1.Problema e Justificativa A exposição ao risco financeiro em empresas públicas e privadas pode levar a desafios que afetam sobremaneira sua lucratividade e, em casos graves, até mesmo sua sobrevivência. Os riscos que as empresas enfrentam incluem flutuações de mercado, perdas significativas e proteção insuficiente contra esses perigos. A raiz desses problemas está na falta de cobertura adequada contra vários tipos de risco, incluindo risco de preço, risco cambial, risco de crédito e risco operacional. As empresas podem reduzir riscos potenciais utilizando instrumentos financeiros como meio de cobertura de risco. Os contratos de opções, por exemplo, podem servir como medida de proteção contra flutuações desfavoráveis nos preços de commodities ou moedas estrangeiras. Ao empregar esses instrumentos, as empresas podem efetivamente minimizar sua exposição a esses riscos. O problema em questão é até que ponto os instrumentos financeiros, em particular os contratos de opções, têm alguma influência na gestão de riscos financeiros entre empresas e instituições financeiras. A questão central que aqui se coloca é: Qual é o papel dos contratos de opções como instrumentos de cobertura de risco? Esta pesquisa visa estimular empresas e instituições financeiras a adotarem contratos de opções como forma de gerenciamento de riscos financeiros, inclusive aqueles associados a flutuações cambiais e de mercado, justificando assim seu significado social. A justificativa por trás desta pesquisa é, também, de natureza científica e pessoal. Em primeiro lugar, dá aos pesquisadores a oportunidade de obter uma compreensão mais aprofundada do tema em questão, abrindo caminho para possíveis investigações futuras e, por outro lado, a ambição pessoal do pesquisador de ser um gestor impulsiona a necessidade de uma compreensão aprofundada do campo. PUBLICIDADE 1.2.Objetivos 1.2.1. Objetivo geral ü Compreender o papel dos instrumentos financeiros, mais especificamente os contratos de opções, como instrumento de cobertura de risco. 1.2.2. Objetivos Específicos ü Analisar a eficácia dos contratos de opções como instrumentos de cobertura de risco em diferentes setores financeiros, como o mercado de ações, o mercado de commodities e o mercado cambial. ü Explorar as vantagens e desvantagens dos contratos de opções em relação a outros instrumentos financeiros usados para gerenciamento de risco, como futuros e swaps. ü Investigar a relação entre a volatilidade do mercado e a eficácia dos contratos de opções como ferramenta de cobertura de risco. PUBLICIDADE 1.3.Metodologia A metodologia utilizada para este artigo envolve o uso de métodos de pesquisa bibliográfica e documental. Visando obter dados significativos sobre o papel dos contratos de opções como forma de cobertura contra riscos, será realizado por meio de uma extensa revisão de artigos científicos, livros, revistas e periódicos especializados. O conhecimento complementar será adquirido por meio de pesquisas on-line na internet. O objetivo deste estudo é aprimorar e elucidar conceitos sobre o assunto, tornando-o uma investigação exploratória. Para atingir esse objetivo, várias facetas associadas ao tema serão examinadas e diversos pontos de vista de estudiosos serão examinados. A metodologia de pesquisa é qualitativa, uma vez que envolve a exploração e interpretação de referenciais teóricos. Posteriormente, esse conhecimento será transformado em aplicações pragmáticas e cotidianas para as empresas. Segundo BEUREN (2008), não é incomum que uma metodologia de pesquisa qualitativa seja utilizada na área da contabilidade, embora os números sejam comumente usados na contabilidade, é importante reconhecer que a contabilidade está principalmente dentro das ciências sociais e não uma ciência precisa. Isso destaca a importância de utilizar técnicas de pesquisa qualitativa. Este artigo será estruturado em referenciais teóricos de forma a oferecer uma visão abrangente sobre o tema em questão. II. Referencial Teórico PUBLICIDADE 2.1.Instrumentos financeiros – conceituação Segundo FORTUNA (2020), os instrumentos financeiros referem-se a contratos ou valores mobiliários que significam um direito à propriedade ou reivindicação de um ativo subjacente. O ativo subjacente pode variar amplamente, incluindo commodities, moeda estrangeira e outros. Esses instrumentos financeiros podem ser negociados em diversos mercados, como o mercado primário (para a emissão inicial de títulos) e o mercado secundário (para negociação de títulos já emitidos). Um dos métodos mais amplamente utilizados de classificação de instrumentos financeiros envolve algumas categorias distintas. Os instrumentos de renda fixa são aqueles que proporcionam um retorno estável e previsível ao longo do tempo,
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