Física quântica – Origem

A origem da Física quântica começou em base desde que Planck revelou a comunidade física a sua teoria a cerca do Quantum /Corpo negro
Desintegrarão beta – matéria de física

A desintegração beta é um processo nuclear no qual um núcleo instável emite uma partícula beta (elétron ou pósitron) e uma partícula neutrino ou antineutrino devido ao desequilíbrio entre prótons e nêutrons. Há três tipos de desintegração beta: β- (libera elétron), β+ (libera pósitron) e captura eletrônica. A desintegração gama envolve emissão de ondas eletromagnéticas.
A formação de Larvas
A formação de Larvas Do ovo dos répteis e das aves sai um pequeno animal semelhante ao adulto. Para a formação desse filhote que, embora pequeno, já tem em si toda a complexidade do animal adulto, é necessária uma quantidade muito grande de vitelo. Já nos ovos dos mamíferos, a ausência de vitelo é perfeitamente compreensível, pois o embrião começa desde muito cedo a receber alimento directamente da mãe. Entretanto, os ovos dos invertebrados marinhos, anfíbios e artrópodes, os embriões de nenhum desses animais recebem alimento directamente da mãe. No entanto, a quantidade de vitelo desses ovos nem sempre é suficiente para a formação de um filhote. Os filhotes gerados por animais cujos ovos tem pouco vitelo não são semelhantes ao animal adulto. Pelo contrario, o filhote é bastante diferente, apresenta uma estrutura denominada lavra. Esse filhote é capaz de locomover, tem vida própria, pode capturar e armazenar alimentos para se transformar em animal adulto. Essa transformação e chamada metamorfose e ocorre com os girinos, com lavras dos insecto e com as de muitos invertebrados aquáticos. Após algumas semanas ele tece um casulo dentro do qual permanece imóvel, na fase de pupa, quanto então o alimento obtido para se transformação na imagem no imago, que é animal adulto. PUBLICIDADE O processo da Formação de larvas Do ovo de répteis e aves, emerge um pequeno animal semelhante ao adulto. O processo de formação larval em répteis e aves começa com o ovo fertilizado, ou ovo, que contém o embrião. À medida que o embrião se desenvolve, ele passa por uma série de transformações que acabam levando à formação de um estágio larval. Este estágio é caracterizado por um pequeno animal semelhante a um verme que se assemelha à forma adulta em muitos aspectos. A formação larval é uma parte crucial do ciclo de vida de répteis e aves, pois permite o desenvolvimento de características e estruturas essenciais que serão necessárias para sua sobrevivência como adultos. Em algumas espécies, o estágio larval é relativamente curto, enquanto em outras, pode durar vários meses ou até anos. Durante a fase larval, o animal passa por um processo chamado metamorfose, que envolve uma série de alterações fisiológicas e morfológicas que acabam resultando na transformação de uma forma larval para uma forma adulta. Essas mudanças podem incluir o desenvolvimento de novos órgãos, a reorganização de estruturas existentes e o desprendimento de estruturas antigas e não funcionais. Um dos aspectos mais significativos da metamorfose é o desenvolvimento de um plano corporal mais complexo e especializado. Na fase larval, o animal normalmente tem um plano corporal simples que permite um rápido crescimento e mobilidade. À medida que a larva transita para a fase adulta, ela adquire estruturas e sistemas especializados que lhe permitem realizar tarefas mais complexas e sobreviver melhor em seu ambiente. Várias referências confiáveis apoiam o entendimento da formação larval em répteis e aves: Desenvolvimento Animal: Uma Perspectiva Comparada, de Peter Holland e Colin Brake (2015). Este livro fornece uma visão abrangente do desenvolvimento animal, incluindo a formação de estágios larvais em répteis e aves. Examina as várias vias e mecanismos de desenvolvimento subjacentes a esses processos, bem como as implicações evolutivas da formação larval. A Biologia dos Répteis, de Robert T. Jackson, Jr. (2007). Esta referência confiável oferece uma exploração detalhada da biologia de répteis, incluindo os processos de desenvolvimento que levam à formação de larvas. Abrange vários aspectos da biologia dos répteis, como reprodução, crescimento e metamorfose, e fornece uma riqueza de informações sobre as diferentes espécies de répteis. Biologia Aviária de John M. B. Smith e James R. King (2003). Este livro de referência se concentra especificamente na biologia das aves e fornece um relato detalhado dos processos de desenvolvimento que ocorrem durante a embriogênese aviária, incluindo a formação de estágios larvais. Também cobre tópicos como anatomia, fisiologia e comportamento das aves, bem como os aspectos ecológicos e evolutivos da biologia aviária. Em resumo, a formação larval em répteis e aves é um processo complexo e fascinante que envolve uma série de transformações no desenvolvimento que, em última análise, resultam no surgimento de um pequeno animal semelhante a um verme que se assemelha muito à forma adulta. Esta etapa é essencial para o desenvolvimento de características e estruturas cruciais necessárias para a sobrevivência em seus respectivos ambientes. Várias referências confiáveis, como “Desenvolvimento Animal: Uma Perspectiva Comparada”, “A Biologia dos Répteis” e “Biologia Aviária”, fornecem informações valiosas sobre os processos e mecanismos subjacentes à formação de larvas em répteis e aves. Se gostou deixa um like e se inscreva para receber novidades PUBLICIDADE
A medula e o sistema nervoso periférico
A medula e o sistema nervoso periférico são componentes essenciais do sistema nervoso humano. Eles trabalham juntos para regular várias funções corporais e manter a homeostase. Neste ensaio, exploraremos os papéis da medula e do sistema nervoso periférico, suas estruturas anatômicas e as conexões entre eles. PUBLICIDADE A Medula A medula faz parte do sistema nervoso central, que inclui o cérebro e a medula espinhal. É uma estrutura vital localizada no tronco cerebral, responsável por controlar funções involuntárias essenciais, como frequência cardíaca, respiração e regulação da pressão arterial. A medula é dividida em três regiões: a medula oblonga, o mielencéfalo e o metencéfalo. A medula oblonga é a região mais anterior e maior da medula. Contém vários núcleos importantes, como os núcleos dorsal e ventral, que desempenham um papel no controle de várias funções autonômicas. O mielencéfalo, também conhecido como pedúnculos cerebrais, está localizado na região posterior da medula e está envolvido na coordenação dos movimentos motores voluntários. O metencéfalo, que inclui os núcleos olivares inferior e superior, é responsável pelo processamento das informações auditivas e vestibulares. PUBLICIDADE O sistema nervoso periférico O sistema nervoso periférico (SNP) é composto por todos os nervos e gânglios fora do sistema nervoso central. É responsável pela transmissão de sinais entre o sistema nervoso central e o resto do corpo, incluindo órgãos, músculos e receptores sensoriais. O SNP é dividido em dois componentes principais: o sistema nervoso somático e o sistema nervoso autônomo. O sistema nervoso somático é responsável por controlar os movimentos voluntários e os músculos esqueléticos. Consiste em neurônios sensoriais que transmitem informações do corpo para o sistema nervoso central e neurônios motores que transmitem sinais do sistema nervoso central para os músculos. O sistema nervoso autônomo (SNA) é responsável por regular funções involuntárias, como frequência cardíaca, digestão e respiração. É ainda dividido em dois subsistemas: o sistema nervoso simpático e o sistema nervoso parassimpático. O sistema nervoso simpático prepara o corpo para situações de “luta ou fuga”, enquanto o sistema nervoso parassimpático promove relaxamento e descanso. PUBLICIDADE Conexões entre a medula e o sistema nervoso periférico A medula e o SNP estão interligados através de vários caminhos. A medula controla o sistema nervoso autônomo por meio de vários núcleos, como o núcleo motor dorsal, que regula o fluxo parassimpático, e o núcleo motor ventral, que regula o fluxo simpático. Além disso, a medula também desempenha um papel na regulação do sistema nervoso somático, controlando os neurônios motores responsáveis pelos movimentos musculares voluntários. PUBLICIDADE O que é medula espinhal? A medula espinhal é uma estrutura do sistema nervoso central que se estende desde o forame magno até a segunda vértebra lombar. Ela é responsável por transmitir informações sensoriais e motoras entre o cérebro e o resto do corpo.O sistema nervoso periférico é composto por nervos que se estendem a partir da medula espinhal e do cérebro para os músculos, órgãos e tecidos periféricos.De acordo com a teoria de Cajal, a medula espinhal é composta por neurônios multipolares, bipolares e unipolares. Os neurônios multipolares são os mais comuns e são responsáveis pela integração de informações sensoriais e motoras Onde são encontrados os neurônios bipolares? Os neurônios bipolares são encontrados principalmente nos gânglios sensoriais e são responsáveis pela transmissão de informações sensoriais para a medula espinhal. Onde são encontrados os neurônios unipolares? Os neurônios unipolares são encontrados nos gânglios das raízes dorsais da medula espinhal e são responsáveis pela transmissão de informações sensoriais para o cérebro. Como é dividido o sistema nervoso periférico? O sistema nervoso periférico é dividido em duas partes: o sistema nervoso somático e o sistema nervoso autônomo. O sistema nervoso somático é responsável pelo controle voluntário dos músculos esqueléticos. O sistema nervoso autônomo é responsável pelo controle involuntário dos músculos lisos, cardíacos e das glândulas. Segundo Tortora & Derrickson (2017), a medula espinhal é protegida por três camadas meníngeas: dura-máter, aracnoide e pia-máter. Os nervos espinhais emergem da medula espinhal através de aberturas intervertebrais e se dividem em ramos ventrais e dorsais. Os ramos ventrais inervam os músculos e a pele da parede corporal anterior, enquanto os ramos dorsais inervam a pele da parede corporal posterior. De acordo com Guyton & Hall (2016), o sistema nervoso autônomo é dividido em duas divisões: simpática e parassimpática. A divisão simpática é responsável pela resposta de “luta ou fuga” do corpo, enquanto a divisão parassimpática é responsável pela resposta de “descanso e digestão”. Ambas as divisões têm efeitos opostos sobre os órgãos viscerais. PUBLICIDADE A medula e os nervos Algumas fibras nervosas do sistema nervoso periférico saem sensoriais diretamente da medula e terminam nos órgãos ou nos músculos esqueléticos. Esse conjunto de fibras forma o sistema nervoso somático, que controla os movimentos do nosso corpo. Um outro conjunto de nervos sai da medula e do bolbo e se dirige aos músculos lisos, as glândulas e aos músculos cardíacos. Antes de chegar a esses órgãos, tais fibras fazem sinape com neurônio situados numa cadeia de gânglios nervosos, de cada lado da coluna vertebral, ou então no interior dos próprios órgãos. O conjunto desses nervos forma o chamado sistema nervoso autónomo ou vegetativo, responsável pelo controlo da excreção, da digestão, dos batimentos cardíacos, da pressão arterial, da secreção de glândulas; etc. Esse conjunto de fenómenos forma a chamada vida vegetativa do organismo. A maioria dos órgãos controlados pelo sistema nervoso autónomo recebe dois tipos de nervos; um que estimula o funcionamento do órgão e o outro que o inibe. Assim, o sistema geral pose-se dizer que o sistema simpático estimula os órgãos que preparam o animal para enfrentar um perigo, deixando-se pronto para a luta ou fuga. O sistema parassimpático tem acção inversa, estimulando as outras actividades e inibindo os órgãos estimulando pelo simpático. PUBLICIDADE Bibliografia 1. Tortora, G. J., & Derrickson, B. (2017). Princípios de anatomia e fisiologia (15a ed.). Porto Alegre, RS: Artmed. 2. Guyton, A. C., & Hall, J. E. (2016). Tratado de fisiologia médica (13a ed.). Rio de Janeiro, RJ: Elsevier. 3. AIRES, M.M.
Desenvolvimento embrionário dos anfioxos
Vamos estudar o Desenvolvimento embrionário dos anfioxos, também conhecidos como lanceletes, que são considerados um elo vital entre peixes e tetrápodes
Sistema circulatório do Homem
Sistema circulatório do Homem – pode ser definida como fechada, dupla e completa. O coração humano tem um peso médio de 250 gramas …
Quais são as principais enzimas digestivas? Caracterização.
Enzimas digestivas: são proteínas que ajudam a quebrar os alimentos em moléculas menores, facilitando a absorção dos nutrientes pelo organismo.
Uso da filosofia africana
A filosofia africana é um campo de estudo que se concentra na análise, interpretação e crítica das tradições filosóficas da África
Correntes da Filosofia Africana
Principais correntes filosóficas Africanas:a) Paulino Hountandji (corrente académica);b) Karls C. Anyanwu;c) Severino Ngoenha
A Filosofia Africana e seus defensores
A filosofia africana é um pensamento especulativo que subfaz nos provérbios, nas máximas, nos costumes que os africanos de hoje herdaram dos seus antepassados.